Be yourself; Everyone else is already taken.
— Oscar Wilde.
This is the first post on my new blog. I’m just getting this new blog going, so stay tuned for more. Subscribe below to get notified when I post new updates.
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O livro pedagogia do ''Pedagogia do oprimido'' trás várias questões super importantes e que são de grande valia não só para os estudantes mais para todos. Trás concepções como o pouco saber sobre si, a desumanização e humanização, a luta pela recuperação de nossa humanidade, trazendo a questão de ser opressor e oprimido em meio a esse embate e luta.
Ler o livro é importante porque é uma leitura que apresenta uma reflexão da realidade vivenciada no Brasil na época da ditadura militar. O livro tem uma análise contextual da relação opressor-oprimido e das reflexões dessas ações e comportamentos humanos, colocando em destaque a liberdade do povo oprimido, das lutas coletivas através conscientização e da necessidade de mudar a realidade.
Conforme Paulo Freire(1996) desde o início da formação é preciso que o educador esteja convicto de que não há formação uni ao ensinar ele está aprendendo e assim, não existe um ensinante e um aprendiz, mais uma interação de saberes.
A Pedagogia do oprimido também trás a questão da importância do diálogo e do agir em conjunto. O diálogo é extremamente importante para tudo em nossa vida, seja pra expressar opinião, para expressar sentimentos, para luta por algo, para se comunicar de modo geral, não é no silêncio que os homens se fazem, mas sim na palavra.
O livro aborda isso, frisa bem que não há humanidade sem diálogo, mas para ter diálogo é preciso também ter amor, ter fé nos homens, é preciso ser humano, estar ali não só por você, mais por todos, por você e pelos outros, ninguém consegue nada sozinho.
No livro “Pedagogia do oprimido” percebe-se que sua proposta é tocante a aprendizagem, a valorização do sujeito autônomo se apresenta como principal para o processo de construção do conhecimento, não abrindo espaço para o tradicionalismo e autoritarismo.

A feira do Buritizinho acontece em Arraias todos os sábados, as vezes acontece nos Festejos de Santa Luzia e no Expoagro de Arraias. A feira foi uma ideia de um engenheiro agrônomo chamado Flávio, que reuniu algumas pessoas para fazer uma experiência e ver se funcionava uma feira no Buritizinho, pois já havia uma no centro da cidade que acontecia no mesmo dia da semana só que na parte da manhã, essa nova funcionaria a tarde.
A ideia acabou dando certo, o que resultou em vários agricultores da região e cidades vizinhas vindo participar da nova feira e ela foi ficando cada vez maior, tanto que já ocorre à seis anos.
Ao realizar uma pesquisa de campo juntamente com o professor Cassyo, nós alunas do 5° período do Curso de Educação do Campo da UFT pudemos observar e conhecer um pouco do funcionamento da feira, fizemos uma breve pesquisa e algumas entrevistas com os vendedores. A feira tem de tudo, desde vendedores de hortaliças à vendedores de sapatos, também podemos encontrar vendedores de doces, queijos, tapiocas recheadas, carnes, peixes, bolos, verduras e legumes, vendedores de espetinhos, cervejas e refrigerantes, e também vendedores de lanches como cachorro-quente e salgados, entre outros.
A maior parte dos produtos da feira são todos naturais, produzidos pelos próprios vendedores em suas casas, são poucos os que compram os produtos em mercados pra revender, a maioria produz mesmo. A feira é enorme, e continua crescendo cada vez mais a medida que novos vendedores vão chegando, e pelo que pudemos observar, ninguém está insatisfeito ou deseja que a tradição da feira acabe.
Blog criado na disciplina de Práticas Pedagógicas na Educação do Campo para compartilhar história, cultura e conhecimentos regionais. Vem com a finalidade de explorar e compartilhar parte de nossas experiências em cada comunidade, trazendo também relatos e conhecimentos culturais dos moradores de cada uma delas.
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You’re going to publish a post today. Don’t worry about how your blog looks. Don’t worry if you haven’t given it a name yet, or you’re feeling overwhelmed. Just click the “New Post” button, and tell us why you’re here.
Why do this?
The post can be short or long, a personal intro to your life or a bloggy mission statement, a manifesto for the future or a simple outline of your the types of things you hope to publish.
To help you get started, here are a few questions:
You’re not locked into any of this; one of the wonderful things about blogs is how they constantly evolve as we learn, grow, and interact with one another — but it’s good to know where and why you started, and articulating your goals may just give you a few other post ideas.
Can’t think how to get started? Just write the first thing that pops into your head. Anne Lamott, author of a book on writing we love, says that you need to give yourself permission to write a “crappy first draft”. Anne makes a great point — just start writing, and worry about editing it later.
When you’re ready to publish, give your post three to five tags that describe your blog’s focus — writing, photography, fiction, parenting, food, cars, movies, sports, whatever. These tags will help others who care about your topics find you in the Reader. Make sure one of the tags is “zerotohero,” so other new bloggers can find you, too.